Posts Tagged Diversão

Mão na cabeça vagabundo!

Olha, eu não tinha visto nada parecido. Vale a pena conferir até o final…

Mão na cabeça, vagabundo!!

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Piada do ano!

ELE: 40 anos, executivo, senta-se na poltrona do avião
com destino a New York e, maravilha-se, com uma deusa sentada junto à janela.
Após 15 minutos de vôo ele não se contém:
- É a 1ª vez que vai a New York?
- Não, é uma viagem habitual.
- Trabalha com moda?
- Não, viajo em função de minhas pesquisas. ( ELA ) Sou sexóloga.
- Suas pesquisas dedicam-se, a quê?
- No momento, pesquiso as características do membro masculino.
- A que conclusão chegou?
- Que os Índios são os portadores de membros com as dimensões mais avantajadas e os Árabes são os que permanecem mais tempo no coito. Logo, são eles que proporcionam mais prazer às suas parceiras.
- Desculpe-me Senhor, eu estou aqui falando mas não sei o seu nome…???

MUITO PRAZER – Mohammed Pataxó!

Dica by Muller!!

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Momento descontração…

Quando olhei esse vídeo não parei de rir… Vou compartilhar com vocês um momento de descontração.

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Da série: Estriquinados!

Mais um da série “Estriquinados”, segue um vídeo que recebi por email. Não tem como não rir… Confere!

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Sempre tem o retartado…

Não adianta… por qualquer lugar que a gente vá, sempre tem o retartado da “galera”. Sempre faz alguma coisa errada, sempre paga vale, sempre faz merda. No vídeo abaixo, mais um desse tipo…

Bahhh! Doeu…

Fonte: Roubado escancaradamente do JB.

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Foto do semestre!!

Tem louco para tudo!! Esses homens estão instalando pilares de ferro numa calçada de concreto em Lisboa, para impedir o estacionamento de carros em frente a um bar. No flagrante desta foto eles estão limpando e terminando o trabalho. Olhe atentamente a foto e responda à pergunta: Quanto tempo você acha que vai levar para perceberem onde está estacionado o furgão deles?

Toscos é apelido!

Toscos é apelido!

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A triste história de Dentinho…

Me lembrei de um vídeo que gravei com amigos em “Nordeste Beach”, na casa do Alemão. Na verdade me lembrei de váriossssss vídeos… Mas em nenhum deles o autor ficou tão depressivo quanto o “Dentinho” abaixo. hahahahaha Confere aí, sensacional.

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Implosão ou “Shake it”?

Wario Land: Shake It

Wario Land: Shake It

Há um tempo atrás, publiquei aqui no blog a primeira implosão de um site, o www.coletiva.net foi totalmente reformulado e a ação para “mudança” foi a implosão do site antigo e a construção do site novo, desenvolvido pelo DZ Estúdio. O vídeo da implosão pode ser conferido aqui.

Hoje recebi um link do videogame Wii, sobre o lançamento/divulgação do Wario Land: Shake It. Vale muito a pena conferir… preste atenção no restante da tela e assista até o final. Para acessar, clica aqui!

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Vale a pena ler: “Dia de Merda!”

Aeroporto Santos Dumont, 15:30 . Senti um pequeno mal estar causado por uma cólica intestinal, mas nada que uma urinada ou uma barrigada não aliviasse. Mas, atrasado para chegar ao ônibus que me levaria para o Galeão, de onde partiria o vôo para Miami, resolvi segurar as pontas . Afinal de contas são só uns 15 minutos de busão. ” Chegando lá, tenho tempo de sobra para dar aquela mijadinha esperta, tranqüilo.” O avião só sairia as 16:30.

Entrando no ônibus, sem sanitários . Senti a primeira contração e tomei consciência de que minha gravidez fecal chegara ao nono mês e que faria um parto de cócoras assim que entrasse no banheiro do aeroporto. Virei para o meu amigo que me acompanhava e, sutil, falei: “Cara, mal posso esperar para chegar na merda do aeroporto porque preciso largar um barro”.

Nesse momento, senti um urubu beliscando minha cueca, mas botei a força de vontade para trabalhar e segurei a onda. O ônibus nem tinha começado a andar quando, para meu desespero, uma voz disse pelo alto falante:

“Senhoras e senhores, nossa viagem entre os dois aeroportos levará em torno de 1 hora, devido à obras na pista.” Aí o urubu ficou maluco querendo sair a qualquer custo. Fiz um esforço hercúleo para segurar o trem merda que estava para chegar na estação ânus a qualquer momento. Suava em bicas. Meu amigo percebeu e, como bom amigo que era, aproveitou para tirar um sarro. O alívio provisório veio em forma de bolhas estomacais, indicando que pelo menos por enquanto as coisas tinham se acomodado. Tentava me distrair vendo TV mas só conseguia pensar em um banheiro, não com uma privada, mas com um vaso sanitário tão branco e tão limpo que alguém poderia botar seu almoço nele. E o papel higiênico então: branco e macio, com textura e perfume e, ops, senti um volume almofadado entre meu traseiro e o assento do ônibus e percebi, consternado, que havia cagado.

Um cocô sólido e comprido daqueles que dão orgulho de pai ao seu autor. Daqueles que da vontade de ligar pros amigos e parentes e convidá-los a apreciar na privada. Tão perfeita obra, dava pra expor em uma bienal.

Mas sem dúvida, a situação tava tensa. Olhei para o meu amigo, procurando um pouco de solidariedade, e confessei sério: “Cara, caguei.” Quando meu amigo parou de rir, uns cinco minutos depois, aconselhou – me a relaxar, pois agora estava tudo sob controle. “Que se dane, me limpo no aeroporto” – pensei. “Pior que isso não fico.” Mal o ônibus entrou em movimento, a cólica recomeçou forte. Arregalei os olhos, segurei-me na cadeira mas não pude evitar, e sem muita cerimônia ou anunciação, veio a segunda leva de merda. Desta vez, como uma pasta morna.

Foi merda para tudo que e lado, borrando, esquentando e melando a bunda, cueca, barra da camisa, pernas, panturrilha, calças, meias e pés. E mais uma cólica anunciando mais merda, agora líquida, das que queimam o fiofó do freguês ao sair rumo a liberdade. E depois um peido tipo bufa, que eu nem tentei segurar, afinal de contas o que era um peidinho para quem já estava todo cagado. Já o peido seguinte, foi do tipo que pesa. E me caguei pela quarta vez.

Lembrei de um amigo que certa vez estava com tanta caganeira que resolveu botar modess na cueca, mas colocou as linhas adesivas viradas para cima e quando foi tirá-lo levou metade dos pelos do rabo junto. Mas era tarde demais para tal artifício absorvente. Tinha menstruado tanta merda que nem uma bomba de cisterna poderia me ajudar a limpar a sujeirada.

Finalmente cheguei ao aeroporto e saindo apressado com passos curtinhos, supliquei ao meu amigo que apanhasse minha mala no bagageiro do ônibus e a levasse ao sanitário do aeroporto para que eu pudesse trocar de roupas.

Corri ao banheiro e entrando de boxe em boxe, constatei a falta de papel higiênico em todos os cinco . Olhei para cima e blasfemei: “Agora chega, né?” Entrei no último, sem papel mesmo, e tirei a roupa toda para analisar minha situação (que conclui como sendo o fundo do poço) e esperar pela minha salvação, com roupas limpinhas e cheirosinhas e com ela uma lufada de dignidade no meu dia.

Meu amigo entrou no banheiro com pressa, tinha feito o “check-in” e ia correndo tentar segurar o vôo . Jogou por cima do boxe o cartão de embarque e uma maleta de mão e saiu antes de qualquer protesto de minha parte. Ele tinha despachado a mala com roupas . Na mala de mão só tinha um pulôver de gola “V”. A temperatura em Miami era de aproximadamente 35 graus.

Desesperado comecei a analisar quais de minhas roupas seriam, de algum modo, aproveitáveis. Minha cueca, joguei no lixo. A camisa era história. As calças estavam deploráveis e assim como minhas meias, mudaram de cor tingidas pela merda. Meus sapatos estavam nota 3, numa escala de 1 a 10.

Teria que improvisar. A invenção é mãe da necessidade, então transformei uma simples privada em uma magnifica máquina de lavar. Virei a calça do lado avesso, segurei-a pela barra, e mergulhei a parte atingida na água…

Comecei a dar descarga até que o grosso da merda se desprendeu. Estava pronto para embarcar. Saí do banheiro e atravessei o aeroporto em direção ao portão de embarque trajando sapatos sem meias, as calcas do lado avesso e molhadas da cintura ao joelho (não exatamente limpas) e o pulôver gola “V”, sem camisa. Mas caminhava com a dignidade de um lorde.

Embarquei no avião, onde todos os passageiros estavam esperando ” O RAPAZ QUE ESTAVA NO BANHEIRO” e atravessei todo o corredor até o meu assento, ao lado do meu amigo que sorria. A aeromoça aproximou-se e perguntou se precisava de algo. Eu cheguei a pensar em pedir 120 toalhinhas perfumadas para disfarçar o cheiro de fossa transbordante e uma gilete para cortar os pulsos, mas decidi não pedir: ” Nada , obrigado. Eu só queria esquecer este dia de merda!!!”

por Luiz Fernando Veríssimo.

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Mulher no volante…

Bah…

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